Campanha de Lula pressiona ministro da Justiça para blindar Lulinha?
Filho de Lula é alvo de três inquéritos diferentes na Polícia Federal, órgão submetido à pasta do ministro Wellington César Lima e Silva
Diante do vazamento diário de informações sobre o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, a campanha de Lula (PT) planeja intensificar a pressão sobre o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva (foto), para blindar o filho do presidente da República, publicou a CNN Brasil.
Lulinha é alvo de três inquéritos diferentes na Polícia Federal, órgão submetido ao Ministério da Justiça, e pode ser acusado de tráfico de influência, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
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Inerte
Para a coordenação da campanha de Lula, o ministro Wellington César Lima e Silva está inerte em relação aos vazamentos.
Segundo a emissora, ela entende que é preciso cobrar do Supremo Tribunal Federal e da PF a interrupção dos vazamentos.
Essa avaliação inclusive já foi levada ao próprio presidente Lula, que tem defendido as investigações, mas que não haja abusos.
Publicamente, Lula tem defendido as investigações sobre o filho, mas sem abusos.
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Lula e o advogado de Lulinha
Lula se reuniu na noite de quarta-feira, 19, com Marco Aurélio de Carvalho, o advogado de Lulinha, no Palácio da Alvorada.
O encontro durou mais de três horas.
Após a reunião, o advogado, coordenador do grupo Prerrogativas,
admitiu que o caso Lulinha foi discutido de “forma lateral” com o presidente da República.
Ao Metrópoles, ele disse que nada específico sobre a defesa de Fábio Luís Lula da Silva foi abordado.
“Essa não era a ideia. O presidente não fala sobre isso comigo, e eu tenho sigilo profissional e também não pretendo falar com ele sobre isso. Vou fazer a defesa do Fábio de uma forma bastante transparente, muito clara. Interessa ao Fábio, mais do que a qualquer outra pessoa, o esclarecimento de toda e qualquer dúvida que, porventura, possa ter surgido em razão da atividade pessoal e profissional”, afirmou.
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Comentários (1)
Aldo
20.08.2026 15:31Tanto a Secretaria da Receita Federal, como o Departamento de Polícia, deveriam estar desfrutando da mesma autonomia que foi concedida ao Banco Central. São órgãos de Estado e não de governo, não podem ficar exportos à ação de políticos investigados.