Eduardo nega que tenha sugerido troca do Pix por sistema dos EUA
"O Pix é criado por Jair Messias Bolsonaro, sem taxa, e assim continuará sendo", afirmou o ex-deputado
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro negou nesta quinta-feira, 4, que tenha sugerido a troca do Pix pelo Zelle, um sistema de transferências bancárias utilizado nos Estados Unidos, conforme foi noticiado por alguns portais.
“Eu exijo uma retratação. Saiu no Globo e foi replicado por vários outros veículos de comunicação. ‘Eduardo Bolsonaro sugere troca do Pix por sistema americano Zell e vira alvo de críticas nas redes’. Eu absolutamente jamais disse isso. Eu desafio o Globo a calar minha boca e mostrar um vídeo, onde eu tenha dito, porventura, algo nesse sentido.
O Pix é criado por Jair Messias Bolsonaro, sem taxa, e assim continuará sendo. E só Bolsonaro poderia criá-lo. Sabe por quê? Porque os bancos tiveram um prejuízo bilionário com a criação do Pix sem taxa. Vale lembrar que Lula é o presidente que mais deu lucro a esses mesmos bancos”, disse o filho de Jair Bolsonaro em um vídeo publicado nas redes sociais.
Segundo Eduardo, Lula “deseja as tarifas” e esse tipo de matéria o beneficiaria.
“Lula quer promover um conflito com os Estados Unidos, mesmo que você, brasileiro, esteja no meio disso e seja o principal prejudicado. Porque, na mentalidade doentia do Lula, ele acha que uma briga com Trump vai aumentar a popularidade dele”, afirmou.
O que disse Eduardo Bolsonaro sobre o Zelle
Em vídeo que circula nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro comparou o Zelle ao Pix.
“Os Estados Unidos têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como, por exemplo, o Zelle, que é o Pix dos Estados Unidos, aqui é o Zelle. Então dá pra você ir pra uma mesa de negociação com os americanos com bons argumentos. Então dá pra você sentar, dá pra negociar. Eles têm interesse onde nossas economias se complementam, como terras raras, manganês.”
Leia mais: Pix não é de Lula, nem de Bolsonaro
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Comentários (2)
Angelo Sanchez
04.06.2026 20:02As pesquisas informam que o cidadão brasileiro quer mais rigor no trato com o crime organizado, porém, o “descondenado” parece que quer apenas a aplicação de lei mais dura, “pero no mucho “, nossas leis tem muitas brechas, e qualquer juiz ou ministro do Supremo pode soltar bandidos.
Angelo Sanchez
04.06.2026 19:57Se a Globo realmente informa falas que não existiram, podemos desconfiar que o “descondenado” está em conluio com máfia do crime organizado que tem a Globo como um veículo de informação a seu favor.