“Em termos de acúmulo de poder, o perigo é maior com Flávio”, diz Renan
Candidato da Missão afirmou que não apoiará nenhum candidato no segundo turno
O presidente da Missão, Renan Santos, afirmou nesta quinta-feira, 15, que considera maior o risco de concentração de poder em uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais.
Apesar disso, Renan disse que não apoiará nenhum candidato no segundo turno.
“Eu acho que, em termos de acúmulo de poder, o perigo do acúmulo de poder, do acúmulo específico, é maior com o Flávio. Eu acho isso aqui, da turma do PT, é o maior argumento que eles têm. Porque, com o Lula, se ganhar a eleição, o Lula não tem poder para passar PEC, para passar nada”, disse o presidenciável em entrevista ao UOL.
“Eu não vou votar. A última vez, eu pedi voto nulo. Dessa vez, eu tô falando: votem em quem quiserem”, afirmou.
Renan teve 2.675.887 votos no primeiro turno (2,24% do total), aparecendo na quarta colocação.
Flávio herda mais votos de Renan
Pesquisa Quaest divulgada na quarta-feira, 14, mostra que Flávio Bolsonaro (PL) recebe uma parcela maior dos votos de eleitores de Renan Santos e Ronaldo Caiado contra o presidente Lula (PT).
Já o petista tem maior percentual de transferência entre os eleitores de Augusto Cury (Avante).
Entre os eleitores de Cury, que obteve 2,89% dos votos no primeiro turno, 34% dizem que pretendem votar no petista, ante 30% que declaram voto em Flávio.
Entre os eleitores de Renan, 40% dizem que pretendem votar em Flávio Bolsonaro, enquanto 14% afirmam que votarão em Lula.
Outros 43% pretendem anular o voto, votar em branco ou não comparecer às urnas — o maior percentual entre os eleitores dos três candidatos analisados. Os indecisos somam 3%.
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Comentários (1)
Marian
15.10.2026 18:46Irá abraçar o mesmo lado que seu partido abraçou em 22? Por isso seus 2%