Flávio é o candidato mais rejeitado, aponta Quaest
Pesquisa também mostra avanço do senador entre eleitores independentes e aqueles considerados fora da direita bolsonarista
Pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira, 14, apresentou os índices de rejeição dos candidatos à Presidência da República.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera o levantamento com 54% de rejeição, seguido pelo presidente Lula (PT), com 52%.
O ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) é o terceiro da lista, com 35%.
Em seguida, aparecem o ex-governador Romeu Zema (Novo), com 34%, e presidente da Missão, Renan Santos, com 21%.
Direita não bolsonarista e independentes
Flávio, porém, avançou quatro pontos percentuais entre os eleitores da direita não bolsonarista, alcançando 70% das intenções de voto nesse segmento.
No último levantamento, Flávio tinha 66% nesse recorte.
Entre o eleitorado independente, o senador oscilou de 30% para 35% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra Lula.
O petista aparece com 29% nesse grupo, ante 33% no levantamento anterior.
As movimentações ocorreram dentro da margem de erro da pesquisa, de quatro pontos percentuais para esse segmento.
Eleição definida?
O diretor da Quaest, Felipe Nunes, explicou que, apesar de a eleição estar polarizada, o cenário ainda não está “totalmente decidido”.
Lula apareceu três pontos percentuais à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) nas intenções de voto em um eventual segundo turno.
“Lula parte na frente; Flávio consolida sua condição de principal nome da oposição; e a corrida segue aberta porque a vantagem eleitoral do presidente convive com avaliação frágil do governo, com nomes alternativos muito desconhecidos ainda”, afirmou.
Metodologia
A pesquisa foi contratada pela Globo em parceria com o jornal O Globo.
A Quaest ouviu 2.004 pessoas entre os dias 10 e 13 de agosto.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Leia mais: Quaest indica Lula à frente de Flávio em segundo turno
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Comentários (1)
Marian
15.08.2026 10:03A pesquisa foi feita onde? Hahaha, não cola.