Dois motores trabalham juntos para entregar 235 cv neste sedã híbrido plug-in que ainda pode roda
A versão topo de linha usa uma bateria maior sob o assoalho para ampliar o alcance urbano sem queimar gasolina e acelerar de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos.
Apresentado ao mercado brasileiro em 2024, o BYD King GS combina um motor 1.5 a gasolina a um propulsor elétrico de tração para gerar 235 cv. Equipada com bateria de 18,3 kWh, a versão topo de linha percorre até 80 quilômetros no padrão do Inmetro sem gastar combustível.
Como o sistema híbrido do BYD King GS atinge 235 cv de potência?
O conjunto mecânico une um motor 1.5 aspirado de ciclo Atkinson, que rende 110 cv e 13,8 kgfm, a um motor elétrico dianteiro de 197 cv. Em velocidade urbana, a propulsão elétrica move as rodas enquanto o motor térmico funciona como gerador.
Quando o motorista pisa fundo para ultrapassar, os dois propulsores somam forças e entregam 235 cv de potência combinada. Pela página técnica do BYD King no Brasil, essa calibração leva o sedã de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos.

A diferença entre a bateria de 18,3 kWh da versão GS e a opção GL
A gama do sedã médio da fabricante chinesa de veículos eletrificados divide suas duas versões pelo tamanho do acumulador de energia. Enquanto a opção de entrada GL usa um pacote de 8,3 kWh, a configuração GS recebe a bateria de 18,3 kWh.
Essa capacidade adicional eleva tanto a potência combinada quanto o alcance sem emissões. Na prática, o modelo topo de linha ganha fôlego extra na estrada e dobra a folga para rodar na cidade apenas com eletricidade.
As duas configurações da linha apresentam diferenças diretas de alcance e força:
Como a autonomia elétrica de 80 km é medida pelo PBEV do Inmetro?
O alcance de 80 quilômetros homologado no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) reflete a menor resistência aerodinâmica da carroceria sedã. Embora use a mesma bateria de 18,3 kWh do SUV Song Plus, o perfil mais baixo e leve poupa energia.
No ciclo internacional NEDC, a estimativa de laboratório chega a 120 quilômetros no modo puramente elétrico. O número do Inmetro serve como referência mais fiel para trajetos reais com ar-condicionado ligado e variações de velocidade.
Qual é o consumo de gasolina na cidade e na estrada quando a carga baixa?
Mesmo quando a carga da bateria chega ao nível mínimo configurado, o sedã continua operando como um híbrido tradicional. Nos testes oficiais com gasolina, o modelo registra 16,8 km/l na cidade e 14,7 km/l na rodovia.
Considerando a energia elétrica nas medições de equivalência energética do Inmetro, o índice chega a 44,2 km/l no ciclo urbano. Com tanque de 48 litros, a autonomia combinada permite longas viagens sem paradas frequentes.
O comportamento da recarga doméstica e da função de energia externa
O carregador de bordo de 6,6 kW em corrente alternada permite recuperar a bateria em cerca de três horas em aparelhos de parede. Em tomadas comuns de 220V com cabo portátil, a recarga completa ocorre durante a noite.
Na versão GS, o motorista também conta com ajustes de regeneração e fornecimento externo de eletricidade. Esses itens ampliam a versatilidade do sedã de 4,78 metros fora da garagem.
Quatro recursos destacam a gestão elétrica na versão topo de linha:
Quais limites de espaço e uso aparecem na proposta do sedã médio?
A presença do conjunto elétrico e da bateria sob a estrutura influencia o compartimento de bagagem, que comporta 450 litros. O volume atende famílias pequenas, mas fica abaixo dos 470 litros oferecidos por sedãs médios tradicionais.
Outro ponto de atenção é a ausência de pacotes avançados de condução semiautônoma, como piloto automático adaptativo e assistente de faixa. Dessa forma, o BYD King GS prioriza potência e alcance elétrico de 80 km em vez de automação rodoviária.
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