O SUV que promete rodar até 38 km/l, mas só vale para quem recarrega sempre
Entenda quando o SUV híbrido plug-in da BYD realmente vale a pena.
O BYD Song Pro DM-i 2026 chega ao Brasil como um SUV médio híbrido plug-in focado em economia e grande autonomia, atendendo principalmente quem roda em áreas urbanas, quer reduzir o custo por quilômetro rodado e, ao mesmo tempo, manter a segurança de contar com o motor a combustão em viagens mais longas.
O que é o BYD Song Pro DM-i e qual sua principal proposta
O BYD Song Pro DM-i é um SUV híbrido plug-in que combina um motor 1.5 aspirado a gasolina com motor elétrico dianteiro, tração dianteira e transmissão eletrificada do tipo transaxle. A palavra-chave do modelo é “SUV híbrido plug-in”, pois ele permite rodar boa parte dos trajetos diários apenas em modo elétrico, com apoio do motor a combustão quando necessário.
Na linha 2026, o modelo é oferecido nas versões GL e GS, que se diferenciam em potência, capacidade de bateria e nível de equipamentos. A GL entrega cerca de 223 cv de potência combinada, enquanto a GS chega a aproximadamente 235 cv, atendendo a perfis de uso urbano com diferentes necessidades de autonomia elétrica.
Quais são autonomia, consumo e formas de recarga do SUV
A autonomia elétrica é um ponto central do Song Pro DM-i, permitindo que muitos trajetos urbanos sejam feitos sem gastar gasolina, desde que haja recarga frequente. Em medições baseadas no padrão Inmetro/PBEV, a GL oferece cerca de 39 km em modo elétrico, enquanto a GS varia entre aproximadamente 62 e 68 km, conforme configuração e referência técnica.
O consumo equivalente pode chegar a algo próximo de 38,4 km/l quando se utiliza bem a recarga externa, com uso combinado dos motores. Já no uso apenas a combustão, o consumo fica em torno de 14 a 15 km/l em cidade e estrada, dependendo do estilo de condução. A recarga em corrente alternada pode atingir cerca de 6,6 kW na bateria maior, favorecendo o uso de wallbox residencial.
Autonomia elétrica
A versão GL oferece autonomia elétrica aproximada de 39 km, ideal para deslocamentos urbanos curtos sem consumir combustível.
Autonomia elétrica
A versão GS pode alcançar cerca de 62 a 68 km de autonomia elétrica, dependendo das condições de uso e condução.
Consumo equivalente
O conjunto híbrido plug-in pode atingir consumo equivalente de até cerca de 38,4 km/l em condições ideais.
Potência de recarga
A recarga AC pode chegar a até 6,6 kW nas versões com bateria maior, permitindo reposição mais rápida de energia.
Como são o tamanho, o espaço interno e os equipamentos
O BYD Song Pro DM-i ocupa o segmento de SUV médio, medindo aproximadamente 4,74 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,71 m de altura e 2,71 m de entre-eixos. O porta-malas em torno de 520 litros garante bom espaço para bagagens, aproximando o modelo de rivais como Jeep Compass, Toyota Corolla Cross e GWM Haval H6 em porte.
No interior, a linha 2026 recebe central multimídia com tela grande, conectividade ampliada e comandos de voz, além de atualizações de software. A versão mais completa oferece pacote ADAS com monitoramento de ponto cego, alerta e frenagem automática de emergência e piloto automático adaptativo, reforçando a proposta de tecnologia e segurança.
Quais são as diferenças entre as versões GL e GS
A versão GL atua como porta de entrada, com bateria de 12,9 kWh, cerca de 223 cv e pacote de equipamentos mais simples, mas mantendo a proposta de eficiência para uso urbano. Já a GS traz bateria de 18,3 kWh, aproximadamente 235 cv e mais tecnologia de assistência e conforto, além de autonomia elétrica ampliada.
Os preços públicos sugeridos em 2026 giram em torno de R$ 189.990 para a GL e R$ 199.990 para a GS, variando conforme campanhas e condições comerciais. A diferença de valor reflete justamente a maior capacidade de bateria, o alcance elétrico superior e os recursos adicionais de segurança ativa e conveniência.
Assista a um vídeo do canal De Carona com Leandro para mais detalhes do veículo:
Para qual tipo de motorista o BYD Song Pro DM-i é mais indicado
O Song Pro DM-i faz mais sentido para quem roda muitos quilômetros em ambiente urbano e tem acesso fácil a ponto de recarga em casa ou no trabalho, aproveitando ao máximo o modo elétrico. Nessa condição, o proprietário reduz significativamente o gasto com combustível, usando o motor a combustão como apoio em viagens ou imprevistos.
No mercado, o SUV se posiciona próximo de modelos como Jeep Compass e Toyota Corolla Cross a combustão, além de eletrificados como GWM Haval H6 PHEV e BYD Song Plus DM-i. Assim, surge como alternativa para quem deseja participar da transição para a mobilidade elétrica sem abrir mão da praticidade de abastecer em postos convencionais quando necessário.
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