Sem recorrer ao turbo, este sedã entrega 126 cv, câmbio CVT e enormes 519 litros para bagagem, além de saídas de ar para quem viaja atrás
Motor aspirado, câmbio CVT e grande espaço para bagagem se combinam com recursos de conforto voltados também aos passageiros de trás.
Um sedã pode oferecer espaço e desempenho sem depender de turbocompressor. O Honda City Sedan combina motor 1.5 aspirado de 126 cv, câmbio CVT, porta-malas de 519 litros e, na linha atual, ventilação do ar-condicionado direcionada aos ocupantes traseiros.
Como o motor aspirado chega aos 126 cv?
O 1.5 DOHC i-VTEC usa injeção direta e entrega 126 cv a 6.200 rpm. Sem turbo, o motor depende da aspiração natural e do gerenciamento de válvulas e injeção para equilibrar potência, consumo e emissões.
A linha atual do Honda City Sedan mantém esse motor em conjunto com transmissão CVT. O torque chega a 15,8 kgfm com etanol e 15,5 kgfm com gasolina.

O que o câmbio CVT muda na condução?
O CVT varia continuamente a relação de transmissão em vez de depender apenas de marchas fixas. Isso permite manter o motor em faixas adequadas de rotação conforme aceleração, velocidade e carga, sem exigir trocas manuais frequentes.
Nas versões equipadas com aletas no volante, o motorista pode simular relações para ter maior controle em determinadas situações. A tração é dianteira em toda a linha.
Quatro dados ajudam a dimensionar o sedã:
Os 519 litros fazem diferença em viagens?
Sim. O porta-malas de 519 litros cria espaço para malas e objetos familiares sem ocupar a segunda fileira. É uma capacidade elevada para um sedã compacto e aproxima o City de modelos maiores em volume de bagagem.
O formato do compartimento também importa. Abertura, profundidade e largura definem como as malas podem ser organizadas, por isso a litragem funciona como referência de volume e não como medida única de praticidade.
As saídas de ar traseiras melhoram o conforto?
A linha atual oferece ventilação do ar-condicionado para os ocupantes de trás, recurso útil principalmente em dias quentes e viagens com quatro ou cinco pessoas. O equipamento ajuda a distribuir o ar sem depender apenas das saídas dianteiras.
O Honda City evoluiu ao longo de várias gerações e mercados. No modelo atual brasileiro, itens de conforto variam por versão, por isso o conteúdo precisa ser conferido na configuração escolhida.
Três recursos mostram onde está o foco familiar:
O City Sedan precisa de turbo para viajar bem?
Não necessariamente. Os 126 cv e o câmbio CVT permitem manter velocidade de cruzeiro e realizar retomadas dentro da proposta do carro. A resposta muda com carga, aclive e necessidade de aceleração, como em qualquer motor aspirado.
O turbo poderia aumentar torque em baixa rotação, mas não é requisito para viagens. No City, o projeto prioriza suavidade, eficiência e previsibilidade do conjunto 1.5 aspirado.
Por que o sedã parece maior por dentro do que por fora?
O entre-eixos de 2,60 metros reserva uma parcela importante do comprimento para a cabine, enquanto a traseira forma um compartimento independente de 519 litros. Essa distribuição aproveita a arquitetura de três volumes.
Assim, 126 cv, CVT e grande porta-malas convivem em um sedã de dimensões ainda compactas. A proposta é entregar espaço útil e conforto sem migrar para uma carroceria média maior.
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