Sem trocar marcha e com espaço sob o banco, esta 160 automática resolve dois incômodos de uma vez para quem enfrenta trânsito e carrega pequenos objetos
Transmissão automática, compartimento integrado e porte compacto atacam dois problemas frequentes de quem passa o dia no trânsito.
Parar, arrancar e procurar onde guardar mochila ou capa de chuva são tarefas repetidas no trânsito. A Honda PCX 160 combina transmissão automática V-MATIC com compartimento sob o banco, usando um motor de 156,9 cm³ e uma carroceria de scooter pensada principalmente para deslocamentos urbanos.
Como funciona a transmissão automática da PCX 160?
A PCX utiliza transmissão automática do tipo V-MATIC. Não há pedal de câmbio nem manete de embreagem para o piloto operar a cada parada, porque o sistema varia continuamente a relação conforme velocidade e abertura do acelerador.
Em congestionamentos, isso elimina a sequência de apertar embreagem, engatar primeira e trocar marchas repetidamente. O piloto continua precisando controlar acelerador, freios e equilíbrio, mas uma parte do trabalho mecânico desaparece da rotina.

Quanto cabe debaixo do banco?
A divulgação oficial da linha 2026 informa 30 litros de capacidade sob o banco, enquanto a página comercial atual cita 27 litros. Em ambos os casos, existe um compartimento integrado para pequenos objetos, capa de chuva, luvas ou compras compactas.
A capacidade real de acomodar um capacete varia conforme casco e dimensões. Além do compartimento principal, há porta-luvas dianteiro com entrada USB-C, permitindo deixar pequenos itens acessíveis sem abrir o assento.
Os números que mais explicam essa praticidade são estes:
O motor de 160 cc é suficiente para a rotina urbana?
O monocilíndrico eSP+ refrigerado a líquido entrega 16 cv a 8.500 rpm e 1,5 kgfm a 6.500 rpm. A proposta não é desempenho esportivo, mas oferecer resposta compatível com deslocamentos urbanos e vias mais rápidas.
O sistema Idling Stop pode desligar o motor após alguns segundos parado e religá-lo quando o acelerador é acionado. A função busca reduzir consumo e emissões justamente no tipo de uso em que semáforos e congestionamentos são frequentes.
O tamanho ajuda no trânsito e na hora de estacionar?
A PCX mede 1.935 mm de comprimento e 742 mm de largura. O banco fica a 764 mm do solo, enquanto o peso seco é de 124 kg na CBS e 126 kg nas versões ABS.
Essas dimensões favorecem manobras e estacionamento em espaços menores que os exigidos por um automóvel. Isso não autoriza circular de forma imprudente entre veículos, mas ajuda a explicar por que scooters se adaptam bem a deslocamentos urbanos frequentes.
Na prática, o projeto reúne três soluções de uso diário:
O que muda entre as versões CBS e ABS?
A PCX 160 CBS usa disco dianteiro e tambor traseiro com sistema combinado. Já PCX 160 ABS e DLX ABS contam com discos nas duas rodas e ABS de um canal, atuando na dianteira.
As versões ABS também recebem controle de tração HSTC, que atua quando identifica diferença de rotação associada à perda de aderência na aceleração. O sistema pode ajudar em pisos escorregadios, mas não aumenta a aderência disponível do pneu.
Para quem a PCX 160 faz mais sentido?
Ela tende a atender quem enfrenta muitas paradas, quer evitar trocas de marcha e precisa levar pequenos objetos sem instalar baú externo. O conjunto também inclui Smart Key, iluminação LED e painel digital, recursos úteis em deslocamentos repetitivos.
A Honda PCX segue uma fórmula típica de scooter, mas a linha atual da Honda reforça justamente os dois pontos do título: transmissão automática para o trânsito e espaço integrado para aquilo que o piloto precisa carregar todos os dias.
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