Um sedã turbo de 152 cv oferecia vidros laterais laminados e equipamentos que ainda chamam atenção entre os usados, mesmo tendo sido lançado há quase duas décadas
Versão T-Jet combinava motor 1.4 turbo a gasolina e 152 cv, enquanto vidros laminados equipavam toda a gama.
O Fiat Linea T-Jet chegou ao Brasil em 2008 com motor 1.4 turbo a gasolina, 152 cv e câmbio manual. A versão também reunia vidros das portas laminados e itens como sensor de chuva e retrovisor eletrocrômico na configuração original apresentada pela fabricante.
Quando o Fiat Linea T-Jet chegou ao mercado brasileiro?
O lançamento brasileiro foi apresentado em 16 de setembro de 2008. A gama inicial tinha quatro versões: 1.9 16V, 1.9 16V Dualogic, Absolute e T-Jet. Os 152 cv pertencem à última, não a toda a linha.
O sedã foi desenvolvido para o segmento médio e recebeu ajustes para o mercado nacional. A Fiat descreveu o T-Jet como versão de maior desempenho, com motor turbo importado da Itália e câmbio manual. O comunicado oficial detalha essa configuração.

O que entregava o motor turbo de 152 cv?
O T-Jet combinava motor 1.4 16V turbo a gasolina com transmissão manual. A potência declarada era de 152 cv, acompanhada por torque de 21,1 kgfm disponível entre 2.250 e 4.500 rpm. A Fiat informava aceleração de zero a 100 km/h em 8,5 segundos.
Esses números são dados de catálogo da época, não resultados de um teste atual ou promessa de desempenho em qualquer unidade usada. Estado do turbo, manutenção, combustível e condições mecânicas influenciam o comportamento de cada exemplar.
Por que os vidros das portas eram laminados?
Um diferencial pouco visível estava nas portas: os vidros laminados eram de série em todas as versões, não apenas no T-Jet. A estrutura reunia duas lâminas de vidro separadas por uma película fina de polímero resistente e elástico.
Em uma quebra, a camada intermediária ajuda a manter os fragmentos unidos. A Fiat também atribuía ao conjunto isolamento acústico, proteção contra ultravioleta e maior resistência a tentativas de invasão.
Não confunda esses vidros com os Vênus 35 escurecidos das áreas traseiras. Os laminados ficavam nas portas; os Vênus 35 tinham função térmica e de privacidade nas janelas traseiras.
Quais equipamentos eram de série e quais eram opcionais?
Na ficha de 2008, a disponibilidade variava conforme a versão. Os vidros das portas laminados e os airbags frontais eram de série em toda a gama; sensores e retrovisor eletrocrômico dependiam do acabamento.
O Blue&Me também variava: era de série no Absolute e no T-Jet, mas opcional nas versões 1.9. Por isso, a lista de equipamentos de um anúncio de usado precisa ser conferida pela versão e pelos itens efetivamente instalados.
O que diferenciava a versão T-Jet das demais?
Além do motor turbo, o T-Jet tinha acabamento interno em microfibra e tecido bege, rodas de liga leve de 17 polegadas e piloto automático de série. A configuração também incluía sensores de chuva e crepuscular e retrovisor interno eletrocrômico.
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O que conferir ao avaliar um Linea T-Jet usado?
Ao procurar um usado, identifique a versão pelo documento e pelo conjunto mecânico. O T-Jet é manual e a gasolina, diferente dos Linea 1.9 flex e das versões Dualogic.
Vale conferir as marcações nos vidros, o funcionamento dos sensores e o escurecimento automático do retrovisor, além de buscar sinais de substituição ou adaptação. Equipamentos que eram opcionais em uma versão podem não existir em outra.
O arquivo histórico oficial da linha Linea situa a família entre 2008 e 2013. Consultar esse registro e o comunicado de lançamento ajuda a separar a configuração de fábrica de itens instalados posteriormente.
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