Visual de cupê esconde 490 litros de porta-malas neste SUV que também pode receber motor turbo de 130 cv e câmbio automático com sete marchas simuladas
Abertura integrada da tampa traseira com o vidro facilita o acesso ao bagageiro profundo, enquanto o bloco de três cilindros entrega 200 Nm de torque.
O caimento inclinado do teto na traseira costuma reduzir a área vertical para bagagens, mas o desenho da tampa contorna essa limitação no Citroën Basalt Turbo 200. O utilitário acomoda 490 litros no porta-malas e combina o motor 1.0 turbo de até 130 cv ao câmbio CVT de sete marchas simuladas.
Como o desenho de cupê acomoda 490 litros no Citroën Basalt Turbo 200?
Apesar da silhueta inspirada em um cupê com coluna traseira fluida, a carroceria de 4,34 metros de comprimento possui balanço traseiro alongado e assoalho profundo. Isso garante 490 litros de capacidade pelo padrão VDA (equivalentes a 569 litros em volume líquido).
O grande diferencial prático do Citroën Basalt Turbo 200 está na tampa traseira inteiriça do tipo liftback, que se ergue junto com o vidro vigia e libera um vão de abertura amplo para encaixar caixas altas, carrinhos de bebê e malas grandes.

Como atuam o motor turbo de 130 cv e o câmbio CVT de sete marchas?
Nas versões Feel Turbo 200 e Shine Turbo 200, o conjunto mecânico adota o motor 1.0 flex de três cilindros com injeção direta e comando variável de válvulas MultiAir III. Ele gera 130 cv com etanol e 125 cv com gasolina, entregando 20,4 kgfm (200 Nm) de torque a apenas 1.750 rpm.
Acoplado ao câmbio automático CVT com sete marchas simuladas e tecla Sport, o propulsor leva o veículo de zero a 100 km/h em cerca de 9,6 segundos com etanol, garantindo fôlego mesmo com o bagageiro carregado.
A tabela compara as versões disponíveis e os números centrais da linha no Brasil:
Qual é o espaço disponível para quem viaja no banco traseiro?
Construído sobre a plataforma modular CMP com 2,64 metros de distância entre-eixos, o modelo oferece amplo vão para os joelhos na segunda fileira. Para que o caimento do teto não encoste na cabeça de adultos altos, o forro interno foi esculpido acima do encosto.
Na versão topo de linha Shine, os assentos traseiros contam ainda com apoios de cabeça laterais com abas projetadas para segurar o pescoço dos passageiros durante cochilos em viagens longas.
Equipamentos de série e altura livre do solo para ruas esburacadas
De acordo com as especificações na página oficial do Citroën Basalt, todas as configurações saem de fábrica com rodas de liga leve de 16 polegadas calçadas em pneus 205/65 de perfil alto e altura livre do solo acima de 200 mm.
No painel, o utilitário reúne quadro de instrumentos digital colorido de 7 polegadas e central multimídia Citroën Connect Touchscreen de 10 polegadas com espelhamento sem fio.
Quatro itens estruturais e de cabine definem o pacote das versões Turbo 200:
Quais são as concessões de projeto para manter o preço competitivo?
Para posicionar o modelo abaixo dos rivais diretos de carroceria cupê, a marca simplificou alguns itens de acabamento e segurança. O pacote oferece quatro airbags em vez de seis, utiliza chave tipo canivete sem partida por botão e mantém faróis principais halógenos com luzes diurnas em LED.
No consumo pelo Inmetro, as versões Turbo 200 registram 11,9 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina (8,3 km/l e 9,6 km/l com etanol), alimentadas por um tanque de 47 litros.
Quando vale a pena escolher a versão Turbo 200 sobre a 1.0 manual?
A configuração de entrada com motor 1.0 aspirado de 75 cv e câmbio manual atende motoristas de aplicativo ou famílias que rodam quase apenas dentro da cidade e priorizam os 490 litros de porta-malas pelo menor valor de compra.
Já para quem pega rodovias com quatro adultos e bagagem pesada, o Citroën Basalt Turbo 200 entrega a força de 130 cv e o conforto do câmbio CVT necessários para viajar sem perda de fôlego nas subidas.
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